A dívida bruta, em 30/09/2016, era de R$ 14,2 bilhões, sendo 88,5% dos vencimentos no longo prazo e 11,5% no curto prazo. A dívida em moeda estrangeira representou 67,6% da dívida total da Companhia e em moeda nacional 32,4%. O percentual da dívida em moeda estrangeira, considerando o ajuste com derivativos, foi de 76,5%.  

A Suzano contrata dívida em moeda estrangeira como hedge natural, uma vez que parte significativa da receita é proveniente de exportações. Essa exposição estrutural permite que a Companhia contrate financiamentos de exportações em dólares e concilie os pagamentos dos financiamentos com o fluxo de recebimento das vendas.   

Em setembro de 2016, o custo médio da dívida em reais era de 12,0% a.a. ou 85,0% do CDI (vs. 11,9% a.a. ou 84,2% do CDI em junho/2016) e em dólar era de 4,6% a.a. vs. 4,3% a.a. em junho/2016. O prazo médio da dívida consolidada no encerramento do trimestre era de 3,5 anos vs. 3,0 anos em junho/2016.

A dívida líquida, em 30/09/2016, era de R$ 10,0 bilhões (US$ 3,1 bilhões) vs. R$ 10,2 bilhões (US$ 3,2 bilhões) em 30/06/2016. A dívida líquida em moeda estrangeira, considerando o ajuste com derivativos, representou 100% da dívida líquida total em 30/09/2016. A relação dívida líquida/EBITDA Ajustado ficou em 2,4x vs. 2,1x em 30/06/2016. O aumento desse indicador se deu pelo menor EBITDA registrado no período, apesar da redução no endividamento líquido. 

 

            

 

 

 

Última atualização em 2016-10-26T00:45:05