A dívida bruta, em 31/03/2016, era de R$ 14,1 bilhões. A dívida em moeda estrangeira representou 66,3% da dívida total da Companhia e em moeda nacional 33,7%. O percentual da dívida em moeda estrangeira, considerando o ajuste com derivativos, foi de 64%. A Suzano contrata dívida em moeda estrangeira como hedge natural, uma vez que parte significativa da receita é proveniente de exportações. Essa exposição estrutural permite que a Companhia contrate financiamentos de exportações em Dólares e concilie os pagamentos dos financiamentos com o fluxo de recebimento das vendas.  

Em continuidade ao processo de desalavancagem e eficiência financeira, a gestão de passivos financeiros permitiu à Companhia atuar em três diferentes frentes: redução do custo da dívida, gestão do prazo médio e flexibilidade contratual. A dívida bruta, em 31/03/2016, era composta por 83,8% de vencimentos no longo prazo e 16,2% no curto prazo. Em março de 2016, o custo médio da dívida em Reais era de 11,8% a.a. ou 83,5% do CDI (vs 11,9% a.a. ou 84,4% do CDI em dezembro/2015) e em Dólar era de 4,1% a.a. vs 4,2% a.a. em dezembro/2015. O prazo médio da dívida consolidada no encerramento do trimestre era de 3,0 anos (vs 3,3 anos em dezembro/2015).  

A dívida líquida, em 31/03/2016, era de R$ 11,2 bilhões (US$3,2 bilhões) vs R$ 12,5 bilhões (US$3,2 bilhões) em 31/12/2015. A dívida líquida em moeda estrangeira, considerando o ajuste com derivativos, representou 75% da dívida líquida total em 31/03/2016. A relação dívida líquida/EBITDA Ajustado ficou em 2,3x em Reais e em 2,3x em Dólar. 

 

                    

            



 

 

Última atualização em 2016-04-28T17:33:20